Construção do Aterro Sanitário e reforma da Unidade de Triagem e Compostagem (UTC) colocam as cidades de Varzelândia, Ibiracatu e São João da Ponte no topo do Desenvolvimento Sustentável


02 de setembro de 2022


As cidades de Varzelândia, Ibiracatu e São João da Ponte estão à passos largos para conquistar um novo tempo!

A reforma da Unidade de Triagem e Compostagem (UTC), e a construção  do Aterro Sanitário, com sede em Varzelândia, estão a todo vapor.  Os dois empreendimentos estão sendo executados pelo CODANORTE e, quando finalizados, vão receber os resíduos sólidos dos três municípios.

Nos últimos dias, os engenheiros civis do Codanorte, Alvino Alkmim e Luísa Prates, e o engenheiro ambiental do Codanorte, Pedro Henrique Coutinho, tem realizado constantes visitas ao local de implantação a fim de acompanharem de perto as obras em andamento.

“Iniciamos com o serviço de limpeza do terreno, terraplanagem do arruamento, e os serviços das obras da construção civil. A área total da UTC é de 744.12 m², que é constituída de um ponto de apoio, um galpão de Triagem, o pátio de compostagem e o galpão de estocagem de recicláveis. Somando o terreno da UTC e do Aterro sanitário, dá um total de 13 hectares de terra”, detalhou o engenheiro civil Alvino Alkmim.

A gerente do Departamento de Saneamento do Codanorte, Patrícia Mendes, explica que os três municípios geram aproximadamente 34 ton/dia de resíduos sólidos, sendo cerca de 13 ton/dia em Várzelândia, 17,5 ton/dia em São João da Ponte, e 3,5 ton/dia em Ibiracatu. Com a construção da UTC e do Aterro Sanitário, esses materiais deixarão de ter a destinação inadequada.

“De forma ampla, esses projetos vão beneficiar positivamente o meio ambiente, promover a sustentabilidade, contribuir na geração de empregos, e fazer com que os municípios façam a destinação adequada dos resíduos, cumprindo assim as leis e normas ambientais”, enfatizou Patrícia.

“Com a implantação da UTC além de gerar renda pro município através da venda dos materiais recicláveis, contamos ainda com a Coleta seletiva que juntamente com a triagem, evitaremos que aquele tipo de material seja descartado de forma irregular, podendo ser reaproveitado ou reciclado, tendo assim um novo destino. Já com a implantação do aterro, daremos  destinação correta aos  rejeitos, evitando assim a poluição do solo, lençol freático, e visual, dando ainda  mais bem estar e saúde a quem estará à frente, prestando serviço no local!, celebrou a prefeita de Varzelândia, Valquíria Cardoso.

O secretário executivo do Codanorte, Enilson Francisco, projeta uma nova postura para os municípios após as obras serem concluídas “É um sonho que se torna realidade. Aos poucos vamos eliminando cada vez mais lixões, incentivando a educação ambiental e coleta seletiva e contribuindo para que apenas o que não tem valor agregado seja aterrado”, constatou.

Ao todo, o Codanorte está investindo mais de R$ 900 mil nas duas instalações, tudo para que a região se torne ainda mais sustentável. Essa é mais uma das ações desenvolvidas pelo Consórcio, que já investiu mais de R$ 35 milhões na região somente neste ano de 2022. Ao todo, 22 cidades já tiveram seus lixões desativados por intermediação do Codanorte entre os anos de 2017 e 2022, o que resultou em mais de 125 ton/dia de resíduos com destinação final adequada.

 

 

“O Norte de Minas tem vivido uma nova história! Durante a nossa gestão, temos conquistado resultados satisfatórios em prol da melhoria e proteção do meio ambiente, foram desativados sete lixões, e o planejamento é que com a construção das Unidades de Triagem Mecanizadas (UTC’s) de Buritizeiro, Icaraí de Minas e Januária, sejam encerrados, até o fim do ano, mais 23 lixões. A expectativa é que o número de municípios que adotem a responsabilidade ambiental na administração cresça há cada dia. O Consórcio trabalha incansavelmente para que essa realidade seja ainda mais frequente”, planejou o presidente do Codanorte e prefeito de Francisco Dumont, Eduardo Rabelo.

Além dos benefícios já citados, o coordenador de Planejamento do Codanorte, João Ribeiro, chama a atenção para o ganho financeiro que os municípios podem ter por fazerem o correto.

“A matemática é simples: o município já gasta com os lixões a céu aberto e com as ações paliativas devido a destinação inadequada dos resíduos. Então, se já existe essa despesa, porque não utilizar esse mesmo recurso nas ações que promovem a destinação correta dos resíduos? Sem contar que ao implantar essas medidas como a coleta seletiva, UTC e aterro sanitário, o município ainda ganha uma contrapartida que é o ICMS Ecológico”, afirma João.

 

O que é ICMS Ecológico?

O ICMS Ecológico é um mecanismo tributário que busca incentivar os municípios a promoverem ações de preservação dos recursos naturais, como a proteção legal de áreas naturais ou o tratamento de resíduos e esgotos sanitários, possibilitando a estes o acesso a parcelas maiores dos recursos financeiros arrecadados pelos Estados através do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, em razão do atendimento de determinados critérios ambientais estabelecidos em normas estaduais.




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